Make your own free website on Tripod.com

ANJOS

 

Quem são os Anjos?

 

Os anjos são seres celestiais, dotados de grande generosidade de espírito altruísta, utilizam as imperfeições humanas para cumprir seu papel principal, que é o de colocar a humanidade em contato com as esferas superiores. Livres por natureza, escolhem nos acompanhar por toda a vida como fiéis seguidores. Como um servo abnegado, nosso anjo da guarda nos protege iluminando nossos caminhos, mesmo que muitas vezes participe no filme das nossas vidas apenas como um coadjuvante quase esquecido. Apesar da sua grande perfeição, por serem espíritos puros, os anjos são seres criados e, portanto, diferentes de Deus, que é o Espírito Criador a quem servem. Pela mesma razão, não são auto-suficientes, mas dependem, como todas as criaturas, da mão de Deus que lhes deu o ser e os mantém na existência. A sua perfeição e beleza, sendo imensa, é um débil reflexo da infinita perfeição e beleza de Deus.

 

Como puros espíritos sem carne e sem ossos, não tem tamanho nem forma alguma, porque não tem matéria. São criaturas simples, isto é, não tem partes como nós: não são constituídos de um corpo e uma alma, que podem separar-se com a morte, não tem pernas, mãos, rostos; não tem cor nem peso, nem nada que os nossos sentidos, mesmos auxiliados pelos mais poderosos microscópios, sismógrafos ou sensores de qualquer tipo, possam captar.

 

Os anjos tão pouco são uma espécie de “energia”, já que todos os tipos de energia estudados pela ciência física pertencem integralmente a este universo material, e os anjos são imateriais.

Talvez nos ajude a pensar que são como a alma humana depois da morte e antes da ressurreição do corpo, com a diferença de que a alma humana se acha incompleta nesse estado e não goza da plenitude de vida dos anjos.

Segundo o Catecismo os anjos são criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e de vontade; são criaturas pessoais e imortais. Superaram em perfeição todas as criaturas visíveis, e disto dá testemunho o fulgor da sua glória.

É precisamente por não serem materiais que os anjos não estão sujeitos ao tempo, ao espaço ou a qualquer fenômeno físico. Não podem decompor-se ou corromper-se, e são portanto imortais. Desprovidos de corpo, os anjos não ocupam espaço. 

Os anjos têm ser próprio, têm personalidade própria e portanto, uma ação própria. Estão onde querem estar!

 

Para saber qual o seu anjo, clique aqui!!!!!

 

 

Origem

A história sobre os anjos é curta. Os gregos, que eram amantes da precisão, os chamavam de DAIMONES (gênio, anjo, ser sobrenatural). Os egípcios os explicaram amplamente e com detalhes, mas tudo foi perdido, queimado na época da ascensão do cristianismo primitivo do ocidente. Hoje o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos desenvolvidos pelos judeus, que foram os primeiros a acreditar nesta energia. O mundo cabalístico é dividido com quatro hierarquias energéticas: emanação, criação, formação e ação. Emanação é o centro de todas as energias. Criação é tempo e o espaço. Formação é o mundo das espécies, das coisas concretas. Ação é a força pela qual cada individualidade criada, age e manifesta vida.

A palavra hebraica para anjo é Malakl, que significa “mensageiro”. No novo testamento existem descrições de anjos. A menção mais antiga aparece em Ur, cidade do Oriente Médio, a mais de 4000ac. Na arte cristã eles apareceram em 312dc, introduzidos pelo imperador romano Constantino, que sendo pagão, converteu-se ao cristianismo quando viu uma cruz no céu, antes de uma batalha importante. Em 325 d.C, no Concílio de Nicéia, a crença nos anjos foi considerada dogma da igreja. Em 343dc foi determinado que reverenciá-los era idolatria e que os anjos hebreus eram demoníacos. Em 787dc, no Sétimo Sínodo Ecumênico definiu-se dogma somente em relação aos arcanjos: Miguel, Uriel, Gabriel e Rafael.

Segundo São Tomás de Aquino os anjos são seres cujos corpos e essências são formados de um tecido da chamada luz astral. Eles se comunicam com os homens através da egrégora, podendo assim assumir formas físicas.

A auréola é de origem oriental. Nimbo é o nome dado ao disco ou aura parcial que emana da cabeça das divindades.

 

No Egito, a aura da cabeça foi atribuída ao deus solar Rá e mais tarde na Grécia, ao deus Apolo. Na iconografia cristã o nimbo ou diadema é um reflexo da glória celeste e sua origem, ou lar, o céu. As asas e halos aparecem no século I. As asas representam a rapidez com que os anjos se locomovem.

Devido a perseguição do Egito sobre o judeu ocorreu mudança em suas crenças. O que para os hebreus eram anjos, para os egípcios eram deuses. Ex: A deusa Isis tem asas.

Encontramos no Panteão Mulçumano a citação sobre Azrael e Djibril e sua correspondência com Rafael e Gabriel.

Os caldeus e outros povos da antigüidade, acreditavam no gênio bom e mau. Os romanos acreditavam nas entidades chamadas “Genius”.

Na época em que viveu Jesus, o racionalismo causou algumas diversificações quanto à idéia dos judeus sobre os anjos. Os saduceus negavam a existência dos anjos, os tanseus aceitavam.

Os escritos essênios, fraternidade da qual Jesus fazia parte, estão repletos de referências angelicais. No novo testamento, anjos aparecem nos momentos marcantes da vida de Jesus: nascimento, pregações, martírio e “ressurreição”. Depois da ascensão, Jesus foi colocado junto ao Anjo Metatron.

Alguns estudos aceitam a possibilidade dos três Reis Magos serem anjos materializados. Melchior (Rei da Luz), Baltazar (Rei do Ouro, guardião do tesouro, do incenso e da paz profunda) e Gaspar (o etíope, que entregou a mirra contra a corrupção).

Maria ainda trazia Jesus no ventre, quando foi levada por José para o Egito. Jesus admirava a ciência deste país e isso talvez, aliado ao trabalho de carpinteiro, justifique o cristianismo primitivo, repleto de signos e parábolas.

A tradição católica dividiu os anjos em três grandes hierarquias, subdivididas cada uma em três companhias:

 

1)      Serafins, que personificam a caridade divina.

Querubins, que refletem a sabedoria divina.

Tronos, que proclamam a grandeza divina.

 

2)      Dominações, que têm o governo geral do universo.                                                                          

     Potências, que protegem as leis do mundo físico e moral.

     Virtudes, que promovem prodígios.

 

     3)    Principados, responsáveis pelos reinos, estados e países.

     Arcanjos, responsáveis pela transmissão de mensagens importantes.

     Anjos, que cuidam da segurança dos indivíduos.

 

Cada uma das hierarquias angelicais é regida por um príncipe e tem correspondência com uma letra do alfabeto hebraico:

 

Aleph, corresponde aos serafins e o Príncipe é Metatron.

Beth, corresponde aos querubins e o Príncipe é Raziel.

Ghimel, corresponde aos Tronos e o Príncipe é Tsaphkiel.

Daleth, corresponde às Dominações e o Príncipe é Tsadkiel.

He, corresponde às Potências e o Príncipe é Camael.

Vau, corresponde às Virtudes e o Príncipe é Rafhael.

Zain, corresponde aos Principados e o príncipe é Haniel.

Heth, corresponde aos Arcanjos e o Príncipe é Mikael.

Teth, corresponde aos anjos e o Príncipe é Gabriel.

 

Para ler sobre o seu anjo, clique aqui!!!

 

No final do renascimento, o tema angelical não atraía mais interesse e o assunto ficou “esquecido” por muitos anos.

Desde 1990, a grande Fraternidade Branca está limpando o karma da humanidade. Como cinqüenta por cento deste  karma já foi limpo, verificamos o aparecimento dos intermediários entre os anjos e os homens: os gnomos, duendes, silfos, ondinas, fadas e salamandras. São os obreiros de Deus, seres de luz cuja missão é manter a ordem da natureza.

 

 

Leia também sobre os GÊNIOS DA HUMANIDADE!!!

 

 

voltar